Propagando!

fevereiro 2, 2009

Arquivado em: Uncategorized — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 9:10 am

janeiro 21, 2009

De um jovem líder ao mais novo líder no mundo

favreau-e-obamaEm seu primeiro importante contato com as nações do mundo, o então Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, fez uso das palavras revistas por uma equipe de três assistentes dirigida pelo jovem promissor Jon Favreau de 27 anos.

Barack Obama, que assumiu a Presidência dos EUA, discursa em cerimônia de posse

Posse de Barack Obama por Ron Edmond/ AP

 

 

“Meus companheiros cidadãos:

Estou aqui hoje sujeito à tarefa diante de nós, grato pela confiança que me foi concedida, consciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço o presidente Bush por seu serviço à nação, bem como pela generosidade e cooperação que ele mostrou ao longo dessa transição.

Quarenta e quatro americanos agora já prestaram o juramento presidencial. Essas palavras foram ditas durante ondas crescentes de prosperidade e águas calmas de paz. E, de tempos em tempos, o juramento é feito em meio a nuvens carregadas e tormentas violentas. Nesses momentos, os Estados Unidos prosseguiram não apenas por causa de nossa habilidade ou pela visão daqueles no alto escalão, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos ancestrais, e fiéis aos nossos documentos de fundação.

Tem sido assim. E precisa ser assim com esta geração de americanos.

Que estamos em meio a uma crise é bem conhecido agora. Nosso país está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, consequência da ganância e da irresponsabilidade da parte de alguns, mas também de um fracasso coletivo nosso em fazer escolhas difíceis e em preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos eliminados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é muito caro; nossas escolas reprovam muitos; e cada dia traz novas provas de que as formas como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda, é a perda de vitalidade da confiança em nossa terra –um medo persistente de que o declínio dos Estados Unidos é inevitável, e de que a próxima geração precisa reduzir suas metas.

Hoje digo a vocês que os desafios que encaramos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão enfrentados com facilidade ou em um período curto de tempo. Mas saibam disso, Estados Unidos: eles serão enfrentados.

Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, unidade de propósito no lugar do conflito e da discórdia.

Neste dia, vimos proclamar o fim das discordâncias mesquinhas e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas gastos, que por muito tempo estrangularam nossa política.

Reprodução/GeoEye
 
Imagem feita na manhã desta terça-feira (20) mostra a multidão no National Mall, em Washington, que acompanhou a posse de Obama

Continuamos a ser uma nação jovem, mas, nas palavras da Bíblia, é chegada a hora de deixar de lado as coisas infantis. É chegada a hora de reafirmar nosso espírito de persistência; de escolher a nossa melhor história; de levar adiante esse presente precioso, essa nobre ideia, passada de geração em geração: a promessa de Deus de que todos são iguais, todos são livres e todos merecem uma chance de buscar sua medida plena de felicidade.

Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, entendemos que a grandeza nunca é dada. Ela precisa ser merecida. Nossa jornada nunca foi feita de atalhos ou de deixar por menos. Não foi uma trilha para os fracos de coração –para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou apenas a busca de prazeres e riquezas e fama. Ao invés disso, tem sido uma jornada para os que assumem riscos, os realizadores, os que fazem as coisas –alguns celebrados, mas mais frequentemente homens e mulheres obscuros em suas obras–, que nos conduziram pelo longo e acidentado caminho em direção à prosperidade e liberdade.

Por nós, eles empacotaram suas poucas posses terrenas e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.

Por nós, eles deram duro em fábricas precárias e cruéis e colonizaram o oeste; suportaram o estalar do chicote e lavraram a terra dura.

Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg, Normandia e Khe Sahn.

Repetidas vezes esses homens e mulheres deram duro e se sacrificaram e trabalharam até suas mãos ficarem calejadas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram os Estados Unidos como maiores que a soma de nossas ambições individuais; maiores que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou políticas.

Essa é a jornada que continuamos hoje. Continuamos a ser a nação mais próspera e poderosa da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando a crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos bens e serviços não são menos necessários do que foram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade não diminuiu. Mas nossa hora de permanecermos imóveis, de proteger nossos estreitos interesses e adiar decisões desagradáveis –essa hora certamente passou. A partir de hoje temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho de refazer os Estados Unidos.

Para todos os lados que olhamos há trabalho a ser feito. A condição da economia pede ação, ousada e rápida, e vamos agir –não apenas criando novos empregos, mas um novo fundamento para o crescimento. Vamos construir estradas e pontes, redes elétricas e linhas digitais que alimentem nosso comércio e nos una. Vamos restaurar a ciência a seu lugar de direito, e utilizar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade dos serviços de saúde e reduzir seu custo. Vamos manipular a energia solar e dos ventos e da terra para abastecer nossos carros e dirigirmos nossas fábricas. E vamos transformar nossas escolas e faculdades e universidades para atender as demandas de uma nova era. Tudo isso podemos fazer. E tudo isso vamos fazer.

Agora, há alguns que questionam a escala de nossas ambições –que sugerem que nosso sistema não pode tolerar tantos grandes planos. As memórias desses são curtas. Pois eles esqueceram o que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem alcançar quando a imaginação se une ao propósito comum, e a necessidade à coragem.

O que os cínicos não conseguem entender é que o terreno sob eles mudou –que os argumentos políticos envelhecidos que nos consumiram por tanto tempo não mais se aplicam. A pergunta que nos fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona –se ele ajuda famílias a encontrar empregos com um salário decente, uma previdência que eles consigam pagar, uma aposentadoria que seja digna. Onde a resposta for sim, pretendemos seguir adiante. Onde for não, os programas serão encerrados. E aqueles de nós que lidam com o dinheiro público serão responsabilizados –para gastar sabiamente, reformar maus hábitos e conduzir nossos negócios à luz do dia–, porque apenas então poderemos restaurar a confiança vital entre um povo e seu governo.

Nem está diante de nós a dúvida se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade não tem iguais, mas a crise nos lembrou de que, sem um olhar vigilante, o mercado pode sair de controle –e que um país não pode prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; de nossa habilidade de estender a oportunidade a todo aquele que a queira –não por caridade, mas porque essa é a rota mais certa para nosso bem comum.

Para nossa defesa comum, rejeitamos a falsa escolha entre nossa segurança ou nossos ideais. Nossos pais fundadores, diante de perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um texto para garantir a regra da lei e os direitos do homem, um texto expandido com o sangue de gerações. Aqueles ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos desistir deles em nome da conveniência. E para todos os povos e governos que nos assistem hoje, das grandiosas capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que os Estados Unidos são amigos de todas as nações e de cada homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

Lembrem-se de que gerações anteriores derrotaram o fascismo e o comunismo não apenas com tanques e mísseis, mas com alianças vigorosas e convicções duradouras. Elas entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá direito a fazer o que quisermos. Ao contrário, elas sabiam que nosso poder cresce com seu uso prudente; nossa segurança emana da justeza de nossa causa, da força de nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e da contenção.

Somos os guardiões desse legado. Guiados por esses princípios mais uma vez, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem esforços ainda maiores –uma cooperação e compreensão ainda maiores entre as nações. Vamos começar a entregar de forma responsável o Iraque ao seu povo, e forjar uma paz muito duramente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para reduzir a ameaça nuclear, fazer retroceder o espectro de um planeta em aquecimento. Não vamos nos desculpar por nosso modo de vida, nem vamos esmorecer em sua defesa, e para aqueles que buscam fazer avançar suas metas pela indução ao terror e massacrando inocentes, dizemos a vocês agora que nossa determinação é mais forte e não pode ser quebrada; vocês não podem nos esgotar e vamos derrotar vocês.

Pois sabemos que a colcha de retalhos de nossa herança é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus –e não-religiosos. Somos moldados por cada idioma e cultura, vindo de cada canto desta Terra; e porque experimentamos o gosto amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos daquele capítulo obscuro mais fortes e mais unidos, não podemos evitar acreditar que os velhos ódios um dia vão passar; que as linhas tribais em breve se dissolverão; que enquanto o mundo se torna menor, nossa humanidade comum se revelará; e que os Estados Unidos têm de desempenhar seu papel em conduzir uma nova era de paz.

Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho para seguir adiante, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo. Para aqueles líderes ao redor do mundo que buscam colher conflitos, ou culpar o Ocidente pelos males de sua sociedade: saibam que seus povos os julgarão pelo que podem construir, não pelo que destroem. Para aqueles que se agarram ao poder através da corrupção e da mentira e silenciando dissidentes, saibam que vocês estão do lado errado da história; mas que estenderemos a mão a vocês se estiverem dispostos a abrirem os punhos.

Para as pessoas das nações pobres, nos propomos a trabalhar com você para fazer suas fazendas florescerem e deixar águas limpas correrem; para nutrir corpos famintos e alimentar mentes famintas. E para aquelas nações como a nossa que usufruem de relativa fartura, dizemos que não podemos mais mantermos a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem considerar os efeitos. pois o mundo mudou, e precisamos mudar com ele.

Ao considerarmos as estradas que se abrem diante de nós, lembramos com humildade aqueles bravos americanos que, nesta exata hora, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, bem como aqueles heróis que jazem em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque eles são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles incorporam o espírito de servir, uma vontade de realizar algo maior que eles mesmos. E, neste momento –um momento que definirá uma geração–, esse é precisamente o espírito que tem de habitar em todos nós.

Pois, por mais que o governo possa fazer e tenha de fazer, no fim é sobre a fé e a determinação do povo americano que esta nação se apoia. É a gentileza de abrigar um estranho quando as barragens se rompem, é o desprendimento dos trabalhadores que preferem um corte em suas horas trabalhadas a ver um amigo perder o emprego que nos observam em nossas horas mais difíceis. É a coragem do bombeiro de subir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição dos pais em nutrir um filho que no fim decidem nosso destino.

Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que nos deparamos podem ser novos. Mas aqueles valores dos quais nosso sucesso depende –trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo–, essas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas têm sido a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que se exige, então, é um retorno a essas verdades. O que se pede a nós agora é uma nova era de responsabilidade –um reconhecimento, por parte de cada americano, de que temos deveres para conosco, nosso país e o mundo; deveres que não aceitamos com rancor, mas que recebemos com gratidão, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para nosso espírito, nada tão definidor de nosso caráter quanto entregarmos tudo de nós mesmos a uma tarefa difícil.

Esse é o preço e a promessa da cidadania.

Essa é a fonte de nossa confiança –a certeza de que Deus nos chama para dar forma a um destino incerto.

Esse é o sentido de nossa liberdade e de nossa crença –o por que cada homem e mulher e criança de cada raça e cada crença pode se juntar em celebração nesta magnífica avenida, e o por que um homem, cujo pai há menos de 60 anos podia não ser servido em um restaurante local, pode agora estar diante de vocês para fazer o juramento mais sagrado.

Vamos marcar esse dia com a lembrança de quem somos e quão longe chegamos. No ano do nascimento dos Estados Unidos, no mais frio dos meses, um pequeno bando de patriotas se juntou ao redor de fracas fogueiras à beira de um rio gelado. A capital foi abandonada. O inimigo estava avançando. A neve estava manchada de sangue. Em um momento em que o resultado da revolução estava em dúvida, o pai de nossa nação ordenou que essas palavras fossem lidas ao povo:

“Que isso seja dito ao mundo futuro (…) que nas profundezas do inverno, quando nada além da esperança e da virtude poderiam sobreviver (…) que a cidade e o país, alarmados por um perigo comum, avancem para enfrentar.”

016818687-fmmp00

Palavras mais pronunciadas. (fonte: www.g1.com.br)

Estados Unidos. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de dificuldades, vamos lembrar essas palavras imemoriais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes geladas, e as tempestades que podem vir. Que os filhos de nossos filhos digam que quando fomos testados, nos recusamos a deixar essa jornada acabar, que não recuamos, nem que hesitamos; e com olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos adiante nossa liberdade e a entregamos em segurança para as gerações futuras.” (fonte: www.folhaonline.com.br)

dezembro 24, 2008

Gota d’água!

Arquivado em: Comportamento, Determinação, Foco, Liderança, Posicionamento — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 5:53 am

 

mauro allmeida

Curitiba - Paraná - Brasil - foto: mauro allmeida

Se a vida parece infeliz ou injusta, imagine formigas construindo seu espaço em meio ao belo gramado e de repente recebem litros de água quente pelas galerias repletas de ovos. Pode não ser o melhor lugar, mas elas não falam, ouvem ou leem para saber e sim agem em prol de uma necessidade! Algumas sentiram a gotad’água menos agravante, continuando em frente, mais fortalecidas, mesmo se houveram feridas, mas com vida, em busca de suas verdadeiras necessidades!

 

Se a natureza parece cruel, possivelmente sem suportar tanta agressão, reivindicando seu espaço em alguns casos é devido as consições em que se encontra. Por mais cruel que seja suportou longo tempo, como uma gota d’água desgastando qualquer superfície e cede quase involuntariamente. Se plantarmos trigo, trigo teremos em nossa mesa.

Se a criação parece julgar e condenar, olhemos no espelho, ele reflete exatamente o que está em sua frente. Mas por que com esse ou aquele ser? Talvez esse nem seja o ponto a ser observado, mas em qual conjunto, contexto ou cenário foi inserido. E ainda temos os acidentes!

Tudo tem espaço, condições, tempo, ação e recompensa ou reconhecimento. Ninguém está aqui para julgar, mas para ser uma gota d’água criadora, gerando vida, saúde e o bem comum nesse verdadeiro presente, garantindo o melhor futuro, sendo exemplo de conduta pessoal, profissional e acrescento espiritual em destaque.

Celebremos todo novo dia de cada ano novo como uma gota d’Amor ao próximo, nos mínimos detalhes, sem ira, cobiça, orgulho, inveja, mágoa, preguiça ou preocupações e sim com serenidade, discernimento, foco, determinação, simplicidade e humildade, como uma liderança genuína em seu universo.

O valor do ser acima do ter! Felicidades verdadeiras em sua Vida!                        Mauro Allmeida – Curitiba 2008

novembro 14, 2008

Kotler no Brasil!

Arquivado em: Liderança, Posicionamento — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 6:51 pm

“É uma chance para o Brasil e para pensarmos nas mudanças que estão acontecendo e em como tirar vantagem delas. Não posso dizer o que especificamente cada um deve fazer, mas sei que muitas companhias, e muitos países, vão emergir mais fortes”, disse o professor Philip Kotler, em entrevista exclusiva à Gazeta do Povo.

fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=827849&tit=O-consumidor-constroi-a-marca-no-novo-marketing

novembro 5, 2008

Liderança com atitude e responsabilidade

ChangeContemplamos nesse momento a ruptura de uma segregação. A postura de um homem que se preparou com atitude e responsabilidade e sem ver cor, raça ou credo, avançou e terá a chance de liderar uma nação histórica vista em todo o mundo. A superação da discriminação está nesse exemplo, sem revoltas, conflitos, violência ou qualquer instrumento administrativo ou político de favorecimento de uma diferença humana. A liderança tem em suas entranhas a força da justiça, da dignidade, do respeito e amor ao próximo. Os olhos do mal podem ser vistos por qualquer um, assim como esses mesmos olhos estarem em um líder e a oportunidade pode se abrir ao mesmo, mas jamais alcançará a vitória verdadeira, pois por mais piegas que possa parecer, “o bem sempre vence o mal”. O mal pode vir com postura altiva, de respeito, de imponência, mas sem base sólida, sem estrutura confiável e cresce como uma massa de bolo aerada, mesmo depois de assada e mais consistente, ainda mantem-se permeável e ao preenchermos aos poucos com uma boa calda de “bem” transformamos posturas, ações e mudanças em superações também, alcançando a verdadeira felicidade. Heis o que devemos liderar em cada um. A verdadeira Felicidade através do bem, das boas ações e posturas, com Amor ao próximo!

outubro 12, 2008

A liderança em si

Todo dia alguém reclama da vida, do outro, do trabalho, da renda, da estética, do estado, do governo, da falta, do excesso, do clima, do tempo e muitos outros antônimos, sinônimos e predicados, mas ainda restam mínimos olhos voltados para vidas a menos na terra pela fome, frio, descaso, distúrbios, violência, desânimo, discriminação, solidão e por aí a fora. Olhos para o outro ou para o mundo, na maioria dos casos existem para um “servir para algo”, “um privilégio”, “uma boa imagem”, “um prazer”, “uma ascensão”, “um descarregar”, mas os olhos que buscam a vida, a compaixão e o Amor continuam vagando. Daí para vida comum tudo mistura-se com satisfação e insatisfação, parando para reclamar de tudo, porém sem a mínima atitude em busca de algo melhor que começa por parar de reclamar. Enfim, o mundo continua desenfreado em direção da beleza e do prazer, do estudar e depois reclamar do mercado de trabalho, do votar e reclamar do governo e de tudo mais que falta na vida, porque é mais fácil derrubar do que construir, mais fácil apontar do que se autoobservar. A liderança nasce em cada um, mas poucos fazem dela propulsão para o sucesso do todo, sabiamente, com pouco falar e muito agir.

setembro 30, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 1:40 pm

“Nenhum homem de sucesso conseguiu fazer um trabalho tão bom que alguma mulher não queira fazer algumas alterações.” Kim Hubbard

agosto 28, 2008

Mercado de Trabalho em Foco

Nesse universo competitivo, o desenvolvimento de competências ao longo da vida faz a diferença entre buscar e estar na frente ou na retaguarda. Toda comunicação pessoal é colocada à prova, pois somos veículos de publicidade e propaganda de toda bagagem de conhecimento adquirido. Da expressão vocal a expressão corporal, passando pelo comportamento diante dos desafios da vida. Na medida que incorporamos conhecimento e práticas de iniciativa, responsabilidade, comprometimento e pró-atividade para enfrentar desafios e buscar novas idéias e projetos de crescimento pessoal e profissional, damos um passo dentro do mercado de trabalho.

Para contiuar essa caminhada e conquistar mais espaço, devemos desenvolver uma inteligência estratégica corporativa, não somente vestindo a camisa, mas sendo a própria marca do empreendimento conquistado, além da pessoal, pois na medida que nos aprimoramos continuamente, crescemos em competência e damos suporte na gestão de evolução mútua.

agosto 25, 2008

Nascemos líderes sobre a fraqueza!

Arquivado em: Liderança — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 4:41 pm
Tags: , , , , , , , , , , , , ,

Em nossa concepção vencemos o percurso e muitos ficaram pelo caminho. A célebre frase de Matheus, “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.” cabe nesse instante. Pode parecer estranho, mas somos chamados para vencermos todos os obstáculos, conquistando a Vida nesse mundo. As condições que nos levam à novas Vitórias, principalmente “sobre si”, depende de novas batalhas, ocupando esse espaço onde estamos, esse veículo corpóreo e a oportunidade da Vida com possibilidades inúmeras de vencer e transmitir a toda humanidade a presença do Amor Divino. As fraquezas estão presentes, porque em nosso crescimento nos deparamos com ela novamente, porém quando chegamos éramos apenas vitoriosos e não conhecíamos esse outro lado. Mas a sabedoria divina nos colocou nesse mundo como líderes em meio a fraquezas para conhecermos e nos fortalecermos, seguindo adiante como líderes e valorizando as situações do dia-a-dia, agradecendo pela oportunidade de vivenciarmos os outros lados e decidirmos por onde seguir. Porque de nada adianta um líder sem forças para continuar, de nada adianta um líder que não faz a manutenção de sua posição para fortalecer-se e em alguns momentos se deixa levar para o outro lado, fraco e desânimado! Ao respiramos, cobertos pela luz que vem dos céus, essa nos cobre da força que precisamos, mas se nada fizermos é como uma bateria carregada em desuso, ficamos fadados a descarga natural e ao declínio, isolados com as fraquezas e um dia não conseguiremos nos carregar mais dessa energia, pois ao passo que a luz esvainece, as fraquezas tomam mais espaço e um dia será muito difícil ter a fé para recomeçar e ser um líder novamente. Sejamos gratos pelo Dom da vida conquistada, porque somos líderes e continuaremos vencedores. Porque uma liderança sem desafios e vitórias torna-se um autoritarismo sobre si! Somos uma liderança onde estivermos e seremos escolhidos pelo Amor em nossas ações!

agosto 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Lucio Mauro Marques de Almeida @ 9:51 pm

” Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da atitude na vida. Ela é mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, e do que as outras pessoas pensam, dizem, ou fazem.” Chuck Swindoll

Próxima Página »

Blog no WordPress.com.